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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Igreja Emergente e Cristãos Pós-Modernos, conheça o Projeto 242

Na sala ampla, repleta de pinturas estilizadas de figuras religiosas nas paredes, os instrumentos de uma banda de rock estão a postos e um telão exibe slides que fazem referência ao papel de Jesus como revolucionário.
Nas pequenas mesas e sofás, alojam-se os fiéis: jovens tatuados que usam roupas modernas e prestam atenção a cada palavra proferida pelo representante comercial Hudson Parente, o pregador da noite, paramentado de calça jeans e tênis All Star.
Como tudo no Projeto 242, igreja localizada no número 900 da rua da Glória, na Liberdade, a pregação passa longe daquelas dos cultos de templos evangélicos tradicionais.
A começar pelo teor do sermão: “Vamos falar do X-Men de verdade. O ‘X’ é de Cristo, ele é o messias, ele é o que traz a revolução”, prega Hudson, 37, apropriando-se de um personagem pop das histórias em quadrinhos para falar de Jesus.
Logo depois, Hudson faz mais uma ligação com a contemporaneidade ao pedir uma prece pelo presidente eleito dos Estados Unidos. “Vamos fazer uma oração para que Barack Obama possa ser iluminado. Deus, tenha misericórdia desse cara.”
Criado há dez anos, o projeto marca a chegada a São Paulo da chamada igreja emergente, movimento que nasceu na Inglaterra, na última década. É uma vertente que congrega denominações que começaram a oferecer cultos alternativos para a juventude, unindo espiritualidade, cultura e vida em comunhão.
O próprio nome da igreja remete ao espírito de comunidade: é uma referência bíblica ao versículo 42 do capítulo 2 do livro dos Atos dos Apóstolos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”. A divulgação da fé se dá por meio de sites, fotologs e blogs.
Os fiéis do 242 são jovens de classe média ou média alta, muitos deles profissionais de áreas ligadas à criatividade, como designers, publicitários e arquitetos. Acreditam nos valores mais estritos da moral cristã, como a virgindade.
Ao mesmo tempo, fazem parte de uma comunidade religiosa na qual não precisam mudar a linguagem, as roupas ou as preferências musicais para se assumirem como cristãos.
Praticam também a chamada “teologia da inclusão”, levando o cristianismo aos “excluídos”. “Jesus ama a todos”, resume João Mossadihj, 25, o Jota, tatuagens nos braços, repetindo os dizeres dos 2.000 adesivos distribuídos na Parada Gay por ele e outros participantes do Sexxx Church, grupo criado para ajudar prostitutas e viciados em pornografia “a encontrarem Deus”.
Realizam também um trabalho direcionado a evangélicos. O grupo faz palestras nas igrejas, uma vez que recebem pedidos de ajuda de “irmãos” viciados em pornografia.
O Sexxx Church não se classifica como mais uma igreja, embora use o termo em inglês no nome. Seus 30 missionários são de diversas denominações, todos com um perfil parecido com o de Jota, que entrou para o 242 há quatro anos.
Em outubro, o grupo fez jus à primeira parte do nome e foi visto na 13ª Erótika Fair de São Paulo. Lá, o Sexxx Church alugou um estande e exibiu camisetas com os dizeres “Jesus ama os atores pornô”, com a figura impressa de um Cristo de óculos escuros e exibindo tatuagens no braço. “Um Jesus ‘putão’”, define Jota.
O linguajar sem cerimônias do rapaz certamente pode provocar arrepios em cristãos tradicionais. “Se os jovens desta igreja se reúnem, usam essa linguagem e se identificam, acho válido como fenômeno religioso”, afirma o reverendo Luiz Alberto Barbosa, secretário-geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil. No entanto, ele pondera que os fins nem sempre justificam os meios. “A mensagem é válida, mas pode-se questionar se realmente está sendo transmitida.”
É com um discurso mais contemporâneo e ousado que os emergentes querem aumentar o rebanho. “A igreja não tem que ser uma fortaleza. Deve caminhar junto com as pessoas”, defende Jota. Ele acredita que, em geral, os desviados -termo usado pelos evangélicos para definir aqueles que se afastaram da igreja- foram separados de Deus pelas próprias denominações religiosas.
É justamente em busca de quem se “desviou” do cristianismo que iniciativas como o projeto Toque, uma ONG apoiada pelo 242, se aproxima de prostitutas, sem-tetos e crianças de rua na noite paulistana. “Vamos à região da Cracolândia, da Boca do Lixo e do largo do Arouche e abordamos travestis para conversar, fazer amizade”, relata Fernanda Pinilha, 26. “Acreditamos que, só por estar com eles, resgatamos sua dignidade.”
Plano divinoA integrante do projeto Toque resume a opinião dos fiéis das igrejas emergentes sobre o homossexualismo: “Acreditamos que não é o plano de Deus para o homem, mas não podemos excluir, julgar”.
Adriano Lima, 26, tatuagens que cobrem os seus dois braços, também é missionário em tempo integral do Toque. “O conceito de viver a vida em comunidade é bíblico. É um estilo de vida que deveria ser praticado pelos cristãos”, diz ele, que se prepara para cursar filosofia.
Na igreja do Projeto 242, triângulos pretos de tecido fazem as vezes de cortina nas janelas, lembrando espaços de eventos culturais -na pintura da parede, sobressai uma figura que representa a “noiva de Cristo”, ou seja, a própria igreja.
No lugar dos tradicionais bancos de madeira estão sofás ou pequenas mesas com espaço para no máximo quatro cadeiras, com velas e salgadinhos para facilitar a interação entre os fiéis. E o show de uma banda de rock abre o culto.
“O visual é uma expressão do que nós somos”, explica o reverendo Sandro Baggio, 41, fundador da igreja, referindo-se tanto aos piercings dos fiéis quanto às mensagens de visual moderno exibidas no telão. “Decidimos andar juntos em uma comunidade cristã porque não nos encaixávamos em nenhum outro lugar.”
Oferecer um espaço religioso sob medida para jovens que professam a fé cristã, mas fogem do estereótipo certinho do crente, é o diferencial da igreja dos modernos.
É uma maneira pragmática de olhar a questão religiosa. “Cria-se um ambiente de comunhão, no qual esses jovens não se sentem estranhos”, explica o filósofo Eulálio Figueira, professor do Departamento de Ciências da Religião da PUC-SP. “Se eu vou a um lugar e me sinto bem, vou seguir frequentando.”
Os jovens urbanos, mais ligados à arte, podem se sentir peixes fora d’água em cultos em que seu estilo de vida é demonizado. “As igrejas convencionais e suas grandes assembleias já não atendem a determinadas parcelas da população”, afirma o filósofo. Daí, a organização de grupos religiosos menores e ao gosto do freguês.
Culto revolucionárioQuando questionados sobre como chegaram ao projeto, que atualmente conta com cerca de 150 fiéis, muitos dos frequentadores citam amigos ou parentes em comum.
Como é usual em igrejas emergentes, os membros do 242 também são estimulados a criar: durante o culto ao qual a Revista compareceu, por exemplo, o artista plástico Anderson Augusto, 26, o SAO, pintou um quadro abstrato que intitulou de “O Revolucionário”. “Vou trabalhando de acordo com o que está rolando na pregação.”
A roupagem moderna parece não entrar em choque com valores como transar só depois do casamento e apenas com uma pessoa do sexo oposto. “Casei virgem, com o meu primeiro namorado”, diz Ester de Souza Ganev, 22, mulher de Jota, com quem tem um filho de dois anos, Zion.
“O projeto atrai os jovens, mas muita gente não permanece”, reconhece Ester, que é de família evangélica e passou a ir ao 242 com 17 anos. “A Bíblia não é muito confortável. Quando a pessoa vê que precisa mudar, acaba não ficando.”
A doutrina seguida por Ester não faz a clássica divisão entre o sagrado e o mundano. É difícil imaginar que outra igreja Claudio Tiberius, 43, editor de imagens que ajudou a fundar o projeto, poderia frequentar: roqueiro, dreadlocks nos cabelos e alargadores nas orelhas, ele tem uma banda que não está relacionada com religião. “Agora, estou compondo e gravando com a Eucatastrofe”, afirma ele, que durante os anos 1990 fez parte da banda de metal Krisiun.
À sua imagem e semelhançaHá diversas denominações no Brasil voltadas para as tribos urbanas, como emos, góticos e metaleiros, entre outros.
Já existe inclusive uma organização cristã, a Tribal Generation, que ensina, por meio de cursos, a administrar e a organizar igrejas. “Temos a obrigação bíblica de enxergar o coração, seja de um surfista, seja de um pagodeiro”, explica o produtor Ronei Soriani Junior, 32, um dos colaboradores na capital paulista dessa organização, cuja sede fica em Uberlândia, Minas Gerais.
A Tribal ajudou a criar denominações como a Manifesto, de Uberlândia, formada por “head-bangers” (fãs de heavy metal), a Ministro Milícia, de Vitória, com um público hardcore e punk, e, em Palmas, a Comunidade Zoe, de metaleiros. “A Tribal é uma facilitadora que agrega ferramentas para ajudar grupos que querem encontrar Jesus, como, por exemplo, um emo que está lá no canto dele chorando e que quer Deus”, diz Ronei.
Sem preconceitos, o Sexxx Church, também em nome da inclusão, está prestes a cometer uma heresia, do ponto de vista dos cristãos tradicionais: quer imprimir Bíblias, que serão doadas, com uma capa imitando a folha de um caderno de brochura e com listras da bandeira GLS, com a figura de Cristo de óculos escuros e tatuagem.
Mais: estuda, em 2009, alugar uma noite em uma casa noturna na Augusta, a rua dos prostíbulos e inferninhos da capital, para produzir uma festa. “A ideia é que seja uma balada normal, não-cristã, tocando música eletrônica, com bandas”, explica Jota, da 242.
Nos últimos dez minutos, os baladeiros crentes farão uma preleção sobre um Cristo criativo. “O Jesus do ‘Dogma’ [filme de Kevin Smith, no qual Cristo aparece sorrindo e fazendo sinal de positivo]”, emenda o cristão pós-moderno, para choque de muitos e curiosidade de tantos outros.

Fonte: Capa da Revista Folha e Gospel+

ESTÃO BANALIZANDO A PALAVRA DE DEUS.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Aline Barros lança o primeiro palco-móvel da América Latina

O Ministério Louvor sem Fronteiras, idealizado por Aline Barros e Gilmar Santos, apresenta no dia 23 de junho o primeiro palco-móvel da América Latina em um show gratuito em Nova Iguaçu.
O evento marca o lançamento nacional do CD Caminho de Milagres (MK Music) e o início das atividades do palco-móvel, que através de Projeto Impactar pretende percorrer cidades brasileiras, levando cultura, lazer, ação social, entrenimento e , principalmente, a mensagem do Evangelho, rompendo fronteiras para alcançar pessoas.
Em parceria com a prefeitura de Nova Iguaçu, o Projeto Impactar vai oferecer à população uma gama de serviços como emissão de documentos, orientação jurídica, atendimentos odontológico, estéticos, oficinas profissionalizantes, educativas, sorteio de brindes entre outros. Um graden parque inflável com cerca de 18 brinquedos fará a alegria da garotada de todas as idades.
A programação é para toda família, incluindo portadores de deficiência. A segunda etapa do evento será o show que conta com produção arrojada e reserva surpresas para o público. A proposta é explorar todo o pontencial do palco-móvel num show performático com apresentações de dança e teatro; interativo e inovador no segmento da música gospel.
Também participarão do evento jogadores de futebol como o atacante Dodô, do Botafogo, que doarão camisas autografadas para sorteio durante o show. Entre os convidados estão a cantora Eyshila e a Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul (CEIZS). O preletor do evento será o pastor Marco Antônio Peixoto, líder da CEIZ.
A entrada é franca, mas o Projeto Impactar terá no local uma central de arrecadação de alimentos.
Quem quiser colaborar, basta levar 1kg de alimento não perecível que será ecaminhada para uma instituiçpão de Nova Iguaçu. O Ministério Louvor sem Fronteiras está se preparando para impactar Nova Iguaçu com muita alegria, louvor e celebração a Deus.
fonte http://www.mixgospel.com

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Filho de John Travolta,poderia ter sido salvo se o ator não fosse adepto da cientologia?


O casal John Travolta e Kelly Preston vive um momento devastador: a morte de seu primogênito. Jett, de 16 anos, foi encontrado desacordado no banheiro da casa de veraneio da família nas Bahamas, na manhã do dia 2.

Apesar dos esforços do pai para reanimá-lo com massagem cardíaca e respiração boca a boca, o rapaz não resistiu.

A autópsia do corpo, realizada a pedido da família, apontou uma crise convulsiva como causa da morte. Um enigma, contudo, persiste: poderia Jett ter sido salvo, não fosse Travolta um adepto da cientologia? Essa seita bizarra, que faz sucesso entre as estrelas de Hollywood, sustenta que os distúrbios mentais são fruto de fraquezas humanas e que devem ser tratados por meio de “cicatrização espiritual”. Ou seja, nada de remédios.

O que isso tem a ver com a tragédia? Bem, o produtor Joey Travolta, irmão do ator, diz que o sobrinho era autista. Mas seus pais se recusavam a admitir isso e a tratá-lo, visto que a cientologia não aceita a existência desse distúrbio.

O assunto é espinhoso desde 2003, quando Kelly Preston comentou os problemas do filho em um programa de televisão.

Os Travolta, que têm outra filha, Ella Bleu, de 8 anos, atribuíam as convulsões de Jett à síndrome de Kawasaki.

De origem desconhecida, essa doença consiste na inflamação de vasos sanguíneos, principalmente as artérias. Provoca febre alta, inchaço dos lábios e nódulos linfáticos do pescoço, que podem levar a paradas cardíacas e aneurismas. Nos momentos agudos, é possível ocorrerem convulsões. A enfermidade foi diagnosticada quando Jett tinha 2 anos – mas isso só torna tudo mais nebuloso.

Os especialistas afirmam que a doença poucas vezes é fatal e raramente atinge crianças de mais de 8 anos. “A síndrome de Kawasaki, quando diagnosticada no início, pode ser tratada em duas semanas, sem deixar sequelas”, diz o infectologista Pedro Takanori, do Hospital das Clínicas, em São Paulo.Joey Travolta participou das filmagens de um documentário sobre autismo e, segundo um amigo, viu seu sobrinho Jett em cada um dos 65 jovens autistas entrevistados. Hoje, ele faz parte de grupos, ao lado de John Schneider, Jenny McCarthy e Jim Carrey, cujo objetivo é ajudar os pais a lidar com filhos autistas. Apesar de insistir, Joey não conseguiu que o irmão aceitasse a condição do filho. O autismo é um distúrbio que compromete o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicativas. Crises convulsivas estão entre suas características. Segundo os advogados de Travolta, o tratamento de Jett combinava a purificação espiritual da cientologia com um anticonvulsivo prescrito por neurologistas. Mas o medicamento mostrou-se ineficaz para conter as crises convulsivas e foi suspenso. A saúde do garoto ficou por conta das bizarrices da seita. Se isso contribuiu para sua morte, talvez nunca se venha a saber.
Fonte: Revista Veja

Cristina Mel prepara novo CD



A cantora Cristina Mel, a mais recente contratada da MK Music, já está em estúdio preparando seu próximo CD. "Estou muito feliz porque o trabalho está ficando lindo. Já terminamos todas as bases.

Vamos colocar as guitarras na próxima semana e depois será inserido o vocal. Logo em seguida começo a colocar voz. Será uma bênção", comemora a cantora que acompanha pessoalmente todas as etapas da produção.

Rogério Vieira é o produtor musical.Onze faixas do repertório foram compostas por Anderson Freire. Uma delas é co-assinada por Junior Maciel, e outra por Pedro Braconnot.

Duas canções são de autoria da própria Cristina. Uma é dedicada à Isabela, o bebê que irá adotar, e outra foi composta com o marido Isaías Costa, em um momento de dor que atravessavam. O título? "Tua Graça Me Basta". "Essa música veio de madrugada quando eu percebi que não era da vontade do Senhor que eu gerasse um bebê. E chorando na presença de Deus, Ele me deu essa mensagem. Outro fato foi que meu sogro e minha sogra faleceram em menos de um ano. E, junto com isso, descobri um edema nas minhas cordas vocais. Não era nada grave, mas eu precisei ficar uma semana sem falar e cantar", compartilha.

Todas essas experiências mexeram com a cantora, que começou a pensar mais em pessoas que sofrem um acidente e deixam de andar, ou são atingidas por uma bala perdida e não poderão mais enxergar ou ouvir. "Eu queria que elas soubessem que independente do que acontecer em nossa vida, Deus não nos abandona e nem desiste. A graça do Senhor nos basta", ressalta.


FONTE: MK Music

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Bíblia salva cabeleireiro atingido por tiros

Bíblia salva cabeleireiro




A Bíblia salvou a vida de um cabeleireiro atingido por dois tiros quando chegava em casa no Espírito Santo.
O livro estava no bolso da camisa da vítima.Uma das balas perfurou a capa e várias páginas do Velho Testamento.
A outra desviou do livro e atingiu a testa do homem de raspão.O cabeleireiro, que não quis se identificar, conta que é religioso e que carrega sempre o livro consigo.





Este não foi o primeiro caso



Bíblia salva jovem americano da morte


Uma bíblia pode ter salvo a vida de um jovem americano depois que sua mãe atirou nele a curta distância.
A bala acertou a bíblia que Kenneth Wallace, 16 anos, segurava e ele escapou ileso.Mas seu irmão James, 6 anos, foi morto a tiros pela mãe um pouco mais cedo, quando assistia televisão em casa, em North Fort Myers, na Flórida.
A mãe, Leslie Wallace, 39 anos, foi perseguida pela polícia e levou alguns tiros. Ela está internada num hospital em estado grave.
A polícia disse que não sabe o motivo dos ataques, mas acredita que Leslie Wallace, ex-integrante da Marinha americana, estava tomando anti-depressivos.A polícia disse que ela matou o filho James no domingo de manhã e depois seguiu para a igreja New Wine Ministries.
Lá ela atirou contra o filho Kenneth, que esperava do lado de fora segurando a bíblia e um casaco.O vice-xerife local, Larry King, disse que se ele não estivesse segurando a bíblia, poderia ter morrido, ou ter ficado gravemente ferido.
Depois, Leslie seguiu em direção à pizzaria onde o filho mais velho, Gregory, 19 anos, trabalha.Mas ele já havia sido avisado e não deixou o prédio.
Leslie então ligou para a polícia e contou que havia matado seu filho mais novo.A polícia chegou até a pizzaria, onde a capturou depois de troca de tiros.